Exclusivo| Agentes da PSP salvam vidas em Cascais
CASCAIS (Por Valdemar Pinheiro) - Agentes da PSP, dois pertencentes à investigação criminal e dois outros à 52ª Esquadra (Parede) salvaram vidas nos últimos dois meses no concelho de Cascais, apurou Cascais24Horas.
Um dos polícias da investigação
criminal impediu, por duas vezes, através do diálogo, sem negociadores e/ou
psicólogos, que um jovem, 19 anos, pusesse fim à vida, saltando de madrugada de
uma arriba a 20 metros do mar, em São João do Estoril, demovendo-o ao fim de
quase uma hora e, mais tarde, que o mesmo atentasse contra a integridade no
interior de um veículo, em São Domingos de Rana.
Pelo meio, agentes da 52ª
Esquadra (Parede) salvaram o mesmo jovem, que tentara enforcar-se em casa ao
cortar-lhe a corda in-extremis.
Este jovem, com alegados problemas
amorosos, acabou por ser internado compulsivamente à terceira tentativa de
suicídio para tratamento e seguimento psiquiátrico no Hospital de Cascais.
Já há dias, um outro agente da
investigação criminal, de férias, logrou salvar de afogamento uma idosa, 85
anos, na praia do Tamariz, depois da senhora ter sofrido o embate de uma onda
que a fez cair em zona rochosa e que depois a arrastou.
Ao ouvir gritos de pedido de
auxílio e ao aperceber-se que a senhora estava a flutuar a cerca de 15 metros
da linha de água, decidiu despir-se e lançar-se ao mar ao seu encontro,
acabando por a resgatar.
Próximo da linha de água, o agente
percebeu que a vítima teria uma fratura no antebraço direito e que se queixava
com dores na anca, decidindo então pegá-la ao colo e transportá-la para zona
segura.
Com outros meios de socorro no local, foi possível estabilizar a vítima e garantir a sua evacuação segura para o
Hospital de Cascais e, depois para o de São José em Lisboa, confirmando-se não
apenas a fratura no antebraço, mas também uma fratura da bacia.
O polícia estabeleceu ainda
contacto com a filha da vítima, informando-a do sucedido e do estado de saúde
(aparente) da sua mãe, diz a PSP em comunicado oficial.










Cada vez mais os agentes devem ter acesso a formação ou orientação para todo o tipo de intervenções. O típico policia de rua, à porta dos serviços ou passear de carro deixou de fazer sentido. É necessario agentes de proximidade e prontos a intervir. Aqui temos que dar os parabéns aos agentes
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